Mesclar tecnologia com o corpo humano, o quão distante estamos?

Do momento em que a tecnologia robótica começou a se tornar algo cotidiano, deixando de ser algo atrelado a sofisticados laboratórios de pesquisa para integrar a vida das pessoas, como um videogame Atari para crianças da década de 80, o imaginário popular sonha com os limites desse recurso. Talvez a principal dessas digressões está justamente na fusão do corpo humano com peças de robôs, afinal, o filme Robocop (1984) foi um marco na cultura de entretenimento de sua época. Assim, o relançamento desse mesmo título em 2014 não foi por acaso, pelo contrário, foi uma tentativa de aproveitar a atenção que a ciência, dessa vez com realizações concretas, tem atraído com seus avanços nos últimos anos.

Na Copa do Mundo de 2014 o mundo assistiu intrigado a promessa de que um paraplégico chutaria uma bola de futebol se tornar realidade. Longe de como a imaginação concebeu inicialmente, com ciborgues de capacidades sobre humanas, a ciência hoje dá os primeiros passos junto a Medicina.

Cientes de que o potencial humano reside no cérebro, o centro de controle fisiológico e cerne da inteligência, cientistas buscam usar a tecnologia para permitir que o corpo retorne novamente ao controle da mente. É essa a proposta do exoesqueleto exposto no Mundial de Futebol em 2014, concebido por Miguel Nicolelis, cientista brasileiro. O invento consiste em uma estrutura mecânica na qual um indivíduo permanece e vê seu corpo realizar movimentos que hoje são tidos como naturais, como um simples caminhar.

Um potencial que não recebeu tanta atenção como deveria ainda é o fato de que pacientes tetraplégicos conseguem “sentir” esses movimentos em suas pernas, campo que pode despontar como uma nova área de pesquisa, igualmente revolucionária. Além disso, um componente que talvez seja o principal por trazer naturalidade a invenção é o fato de que todo o controle desse maquinário é feito pelo próprio pensamento do usuário, através de um capacete.

Mais uma vez, a ciência distancia-se da imaginação popular, mas mantém seu brilhantismo. Ao contrário do que se tende a pensar, esse capacete é incapaz de “ler pensamentos”, contudo, é uma ferramenta brilhante capaz de captar sinais elétricos cerebrais e codifica-los na linguagem de computação para que o exoesqueleto responda. Uma entrevista completa com o brasileiro responsável por essa criação está disponível na web, no site da EBC.

Mais recente ainda, portanto, também mais incipiente, é um artefato em desenvolvimento que tem um propósito semelhante ao que esse exoesqueleto propõe, trata-se de “laço neural”, algo como um chip para cérebros. A invenção, em desenvolvimento pela Neuralink, também pretende captar padrões elétricos mentais e permitir sua interação com máquinas, contudo, sem uso de nenhum aparelho externo, simplesmente, pela implantação de um hardware no cérebro. Embora pareça uma tentativa muito inovadora até para nossa época, o próprio Miguel Nicolelis afirma que a ciência é feita com projetos ambiciosos.

Novamente o ZH conquista prêmio da SND e orgulha Eduardo Sirotsky Melzer

Dois especiais do Zero Hora foram premiados

Logo no início do mês de março deste ano, chegou à diretoria do Grupo RBS, o conglomerado de mídia líder da região sul do país, uma notícia que os encheu de orgulho. Ocorreu que os especiais ‘Descubra seu candidato’ e ‘Mangá Colorado’, ambos publicados no site de Zero Hora, um jornal pertencente ao referido grupo presidido por Eduardo Sirotsky Melzer, foram então premiados por uma organização internacional, a Society for News Design (SND).

 

A história em quadrinhos ‘Mangá Colorado’, de Diogo Perin e Gilmar Fraga, e o quiz ‘Descubra seu candidato’, de Guilherme Maron e Leonardo Azevedo, tiveram esse reconhecimento da SND, por ser essa uma organização que se dedicada a melhorar a comunicação, em todo o mundo, por meio da excelência no campo do jornalismo visual. Assim, ambos receberam, no The Best of Digital Desgin, o Prêmio de Excelência.

Relevância que rendeu até elogios de Eduardo Sirotsky Melzer

Para entender a relevância desses trabalhos e o que os levou a serem premiados, é preciso antes detalhá-los melhor. Em primeiro, é preciso dizer que o quiz nomeado de ‘Descubra seu candidato’, de 2016, serviu para que quem o usasse, ou seja, quem respondesse à perguntas que ele fazia, pudesse então descobrir, dentre os candidatos à eleição para prefeito de Porto Alegre, aquele com quem tinham mais afinidade.

Já a história em quadrinhos, que foi então nomeada de “Mangá Colorado”, surgiu com o fim de comemorar os 10 anos de um título de futebol do ‘Internacional’, mais precisamente, o título do Mundial de Clubes.

De tal modo, foi inevitável que até o presidente e chairman do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer viesse a público, por meio das redes sociais, parabenizar o desgin do Zero Hora, que pertence ao conglomerado em questão. E ele ainda destacou que não foi essa a primeira vez que os trabalhos desse jornal receberam um prêmio do tipo de relevância internacional.

Um pouco mais sobre a premiação e o histórico do Zero Hora

Para quem não sabe, a premiação da SND chega, em 2017, ao sexto ano de sua existência. E para a seleção dos 303 trabalhos, dentre os quais estão os dois aqui citados, a organização precisou escalar um total de 14 profissionais, que, ao todo, revisaram mais de mil trabalhos, durante dois dias de julgamento, até chegarem a esses 303 finais.

E se o julgamento citado ocorreu no campus Medill da Northwestern University, situada em Washington, D.C, a premiação dos vencedores, por sua vez, ficou para ser realizada em Charlotte, durante o workshop anual dessa entidade, entre os dias 19 e 21 de abril desse mesmo ano.

Como bem lembrou Eduardo Sirotsky Melzer, esse não foi o primeiro destaque internacional do ‘ZH’, abreviatura pela qual o jornal também é conhecido. Isso porque, por exemplo, em março do ano passado, o game ‘Seja um Libertador da América’ foi premiado. Tratava-se de uma produção de Guilherme Maron e Leonardo Oliveira, para comemorar duas décadas do bicampeonato da América pelo Grêmio.

Isso sem contar o caso que ocorreu em 2015, quando o Zero Hora, com uma combinação de infografias e também de ilustrações da seleção e dos jogadores que se destacaram na Copa do Mundo de 2014, foi também premiado.

Se tamanho orgulho por parte de Eduardo Sirotsky Melzer, parecer talvez exagero, basta lembrar da declaração do editor de Arte de Zero Hora, Leandro Maciel. Ele pontuou bem que não foi a primeira vez de ser destacado pela SND um trabalho do jornal. Pontuou também que esse prêmio é tão consagrado no meio, que é até chamado de ‘Oscar do design gráfico dos jornais e das revistas do mundo’.

Uma nova técnica pode retirar neurônios que influenciam na obesidade

Através de uma pesquisa realizada em ratos, cientistas em Portugal descobriram uma forma de eliminar neurônios responsáveis pela obesidade. O estudo foi reportado numa matéria na revista “Nature”.

O trabalho é comandado pelo Instituto Gulbenkian de Ciência, e descobriu os neurônios do sistema nervoso periférico que são conectados com o tecido adiposo. Através de testes, eles chegaram à conclusão que a eliminação desses neurônios acarreta um aumento de peso consideravelmente rápido nos animais.

O cientista afirmou na matéria, que essa pesquisa possibilita estudar o funcionamento de muitas células periféricas, não apenas em relação à obesidade. Essa descoberta abre um precedente para estudos sobre um grande numero de doenças relativas ao sistema nervoso periférico e outras células situadas fora do cérebro.

Eles chegando à conclusão que a eliminação desses neurônios aumenta os níveis de gordura dos roedores, os responsáveis por esse estudo descobriram que é possível agir nesses neurônios sem comprometer outros parecidos situados no cérebro.

Nova técnica

Para eliminar os neurônios responsáveis por enviar sinais ao tecido adiposo, eles inseriram geneticamente um receptor da toxina de difteria, para deixa-los vulneráveis a sua ação nociva.

O problema dessa técnica é que ela atravessa a barreira hematoencefálica, dessa forma, não era possível eliminar os neurônios periféricos sem afetar os neurônios do cérebro.

Para resolver esse problema, os cientistas alteraram quimicamente à toxina de difteria, para torna-los maiores. Dessa forma, as moléculas grandes da difteria não conseguem atravessar as fronteiras hematoencefálicas.

“Esta nova técnica nos permitiu verificar a importância dos neurônios que transmitem impulsos ao tecido adiposo para manter uma adiposidade normal. Mas, sobretudo, elimina os possíveis efeitos secundários que a técnica anterior pode causar sobre o cérebro”, afirmou o cientista.

Obesidade no Brasil

Num cenário onde a obesidade tem se tornado uma das maiores causas de morte, uma pesquisa como essa tem uma grande relevância.

Recentemente foi divulgado pela Organização das Nações unidas para agricultura e comércio (FAO), em parceria com outras organizações internacionais, um levantamento intitulado de

“Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional na América Latina e Caribe”. Esse documento reporta que mais da metade da população brasileira esta com sobrepeso, e a obesidade já compõe 20% dos adultos brasileiros.

Esse material foi elaborado com informações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Desde 2010, o sobrepeso teve um aumento de quase 8%.

O representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic, afirmou que esse panorama tem o intuito de alertar a população brasileira, assim como ao governo, para esse problema. O Brasil conseguiu ficar abaixo dos 5% do índice de fome, desde 2014, porém os índices de sobrepeso e obesidade têm subido exponencialmente.

O Ministro da saúde, Ricardo Barros, declarou que o foco maior da atual gestão será na prevenção, e ressaltou sobre a importância que o setor da saúde possui na promoção da alimentação adequada e saudável.

 

 

Produtos tóxicos e outras adulterações em postos de combustíveis, põem à saúde e o bolso das pessoas em risco

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Alguns postos de gasolina foram flagrados acrescentando metanol, substância tóxica altamente prejudicial à saúde, na gasolina e no álcool vendido nas bombas. “É muito tóxico para a saúde. O sistema nervoso do ser humano, principalmente o sistema ótico, é mais sensível a essa substância que facilmente pode causar cegueira”, diz o professor de engenharia química/FEI, Daniel Hauk.

O problema afeta a qualidade e o preço do combustível que o consumidor, inocentemente está comprando. A Associação Brasileira Contra Fraude de Combustível – ABCFC, já denunciou vários postos de combustível que atuam em São Paulo e no Paraná.

Além do prejuízo financeiro, o consumidor também pode ter a saúde comprometida. Este ano, a ABCFC encontrou uma substância tóxica metanol, sendo misturada a gasolina em seis postos. As amostras tinham até 56% de metanol, totalmente fora da lei. É proibido misturar qualquer quantidade de metanol na gasolina e no álcool vendido nos postos.

Foi feito um teste, o professor de engenharia química colocou fogo em gasolina, etanol que é o álcool e metanol. A chama do metanol quase não aparece o que representa um grande perigo em caso de incêndio. “Em um ambiente bem claro, por exemplo, na luz do dia, a gente não vai conseguir enxergar a chama de forma nenhuma”, diz o professor.

E o que pode acontecer com o motor do carro?

“Quanto maior o percentual de metanol no motor do carro, o consumo irá aumentar significativamente. A tendência é que o motor sofra um superaquecimento”, diz o professor de engenharia mecânica/FEI, Sílvio Shizuo.

E pra que serve o metanol?

“É muito usado em indústria. O metanol é matéria prima para a produção de certos plásticos”, diz Hauk.

O metanol também pode ser usado na fabricação de biodiesel, um tipo de combustível produzido com soja por exemplo.

Segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes – Fecombustíveis, grande parte do metanol vem do exterior e há suspeitas de que carregamentos estejam sendo desviados para a produção da gasolina batizada. “O que eu acho que precisamos ter, é um controle efetivo da importação desse produto. Nós queremos que não haja uma generalização desse fato. Nós entendemos que as fraudes existem e nós temos todo o interesse em ajudar as autoridades a combater as fraudes”, diz o presidente Fed. Nac. Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes, Paulo Miranda.

No Posto Colina, no centro metropolitano de Curitiba, PR, em duas amostras recolhida em fevereiro de 2017, a gasolina tinha mais de 39,4%. Recentemente a Associação de Combate a Fraudes, apresentou denúncia ao Ministério Público contra nove postos de Curitiba. A polícia civil do Paraná entrou na investigação, chamada de “Operação Pane Seca.”

Na semana passada, a justiça fechou todos os postos denunciados, entre eles estão os quatro postos já denunciados antes pelas investigações. Oito pessoas chegaram a ser presas, mas agora respondem em liberdade. O consumidor deve cada vez mais estar atendo ao crescente número de fraudes cometidas em postos de combustíveis e procurar sempre a procedência do combustível que está comprando.

Veja também: Seis carros movidos a energia solar que estão prestes a ganhar as ruas.

 

Conheça a técnica Dinamarquesa que está salvando vidas de recém nascidos no Brasil

Uma técnica simples que começou na Dinamarca e já chegou nas UTIs aqui do Brasil, tem ajudado muito os bebês prematuros. A técnica do polvo feito de crochê, está salvando a vida de vários bebês.

Tão pequenininhos e tão frágeis. Muitos bebês prematuros têm que passar uma temporada no hospital para ganhar peso, fortalecer os pulmões, é uma fase que pode ser estressante pra eles e pros pais. Ao observar a bebezinha Lara, que nasceu prematura e está passando uma temporada no hospital, observou-se que ela dorme com os bracinhos enrolados no mais novo amigo, um polvo rosa de crochê.

A mãe da Lara, a advogada Natália Freitas, garante que a parceria está dando certo. “A gente olha e não vê só aquela criança cheia de tubos, cheio de aparelho, você vê uma coisinha rosinha, uma companheirinha. É uma outra visão, ajuda a tranquilizar mais do nosso ponto de vista”, afirma a advogada.

Os polvos que dividem as incubadoras com os bebês, fazem parte de um projeto que começou na Dinamarca e está se espalhando pelo mundo. São feitos de crochê com pernas de 22 centímetros que lembram o cordão umbilical. “O polvo ajuda a acalmar o bebê, ajuda a melhorar a frequência cardíaca, ajuda a melhorar os índices de oxigenação”, explica a médica Ana Marily. Um hospital particular de Brasília já adotou o projeto. Os polvos chegaram a menos de um mês e agradaram.

O Davi nasceu com 30 semanas e pesava 1,3 Kg, ele ganhou o polvo da avó. “Ele sente necessidade de pegar em alguma coisa e os tentáculos do polvo acabam distraindo”, diz a mãe de Davi, a servidora pública Fernanda Oliveira.

No hospital público em Santa Maria, perto de Brasília, foram os funcionários da UTI Neonatal que se mobilizaram para conseguir as primeiras doações. O ambiente da UTI Neonatal e a incubadora, acabam virando uma casa para o recém-nascido. É o primeiro contato deles com o mundo fora da barriga da mãe. Por isso quando eles recebem o polvo, ficam agarradinhos, vira o primeiro brinquedo, o primeiro amiguinho. Na hora que o bebê tem alta, leva esse amiguinho junto pra casa.

O cobrador Lucas Pereira e pai coruja da Manuele, também virou fã do polvo. “Quando ela está mais nervosa ela se abraça no polvo, pega nas perninhas do polvo, puxa as perninhas dele, mas não pega mais nas mangueiras e nos tubos.”

Um grupo de mães de Brasília decidiu participar do projeto. Elas querem doar polvos para hospitais públicos. Começaram agora e descobriram que os polvos têm que ser feito dentro de um padrão específico, com linhas 100% de algodão e um material siliconado antialérgico para o recheio da cabeça. Foram em busca de doações e parcerias.

“Criamos um grupo no WhatsApp e começamos a pesquisar os tutoriais, pesquisar os materiais que eram utilizados, e começamos a reunir pessoas interessadas em doar os materiais e pessoas interessadas em produzir os polvos”, explica a administradora e criadora do grupo, Juliana Gentil.

A doação da artesã Janete de Brito é o trabalho, ela vai contribuir usando a técnica do crochê. “Eu realmente vou fazer um bem pra alguém, e vamos ver os resultados né, vamos lá entregar”, diz a artesã.

A fisioterapeuta Tatiane Felix, de um hospital público que é referência em parto e que vai receber as primeiras doações do grupo, está empolgada. “O bebezinho é tocado mais de 200 vezes por dia para diversos procedimentos, para a maioria deles é desconfortável e doloroso. Quando o polvo toca a criança, ele fornece um toque agradável como contrapartida”, explica a fisioterapeuta.

 

Veja também: Conheça 17 dicas de cuidados com recém-nascido.

 

Como manter um cabelo saudável em todas as estações do ano

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Cada tipo de cabelo tem suas necessidades específicas, mas todos são, de alguma forma, afetados e danificados pelas condições climáticas.

Um cabelo bonito é, acima de tudo, um cabelo saudável. É importante lembrar que, assim como as outras partes do corpo, o cabelo também apresenta sintomas quando não está em boas condições. Por isso, ao serem notados os primeiros sinais de ressecamento, queda excessiva, descamação do couro cabeludo ou aumento da oleosidade, o ideal é procurar rapidamente uma solução.

Com a variação de temperatura e condições climáticas, os cabelos sofrem alterações que podem ser evitadas através da mudança de hábitos e com a ajuda de alguns produtos e cuidados rotineiros.

Manter os cabelos bem cortados é o básico para garantir a saúde dos fios, o corte elimina as pontas duplas e os fios mais velhos, já com danos irreversíveis.

Existem milhares de alternativas para a hidratação capilar, mas, condicionadores, cremes, máscaras e procedimentos estéticos não são eficazes sozinhos, para que os resultados sejam visíveis, é necessário que o corpo esteja igualmente hidratado. A ingestão da quantidade correta de água é essencial para que os cabelos mantenham-se sedosos. O mesmo ocorre com as vitaminas, inúmeros tipos de vitaminas para cabelo estão disponíveis no mercado, e é de fato importante utilizá-las, mas os nutrientes que mais influenciam na saúde capilar devem ser incluídos no cardápio diário, são eles: as proteínas, o ômega 3, o zinco, o ferro e as vitaminas A e C.

Os procedimentos oferecidos nos salões de beleza são ótimos aliados na hora de cuidar e recuperar os fios, o cabeleireiro saberá orientar qual tratamento é indicado em cada caso, mas todo o cuidado é pouco, pois muitos dos tratamentos que prometem milagres são caríssimos e não passam de uma hidratação simples e com efeitos passageiros. O ideal é procurar sempre um profissional conhecido e de confiança.

Além de todas estas opções, para auxiliar na recuperação dos fios queimados, secos e opacos do verão e iniciar a preparação para enfrentar a umidade e o frio do outono e do inverno, o uso de máscaras capilares, óleos específicos e silicones, cria uma barreira de lipídios que protege os fios do ambiente externo, impedindo o contato direto com impurezas e amenizando as temperaturas rigorosas.

 

 

 

Ioga, biodança, meditação e mais 11 terapias serão fornecidas aos pacientes do SUS

Os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão agora fazer ioga, biodança, meditação e mais 11 terapias. A decisão do Ministério da Saúde foi publicada em uma Portaria, no Diário Oficial da União. As novas terapias fazem parte de uma lista de práticas alternativas que inclui terapia comunitária, shantala, reflexoterapia, osteopatia, quiropraxia, naturopatia, dança circular, musicoterapia, biodança, inclusão de arteterapia, ayurveda e reiki.

Essas práticas têm o objetivo de cuidar do paciente como um todo e ajudar no tratamento das doenças. De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, as terapias fazem parte da estratégia de prevenção das doenças.

Práticas Integrativas

Criada em 2006, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do Ministério da Saúde incluiu no SUS a medicina alternativa. Práticas como acupuntura, fitoterapia e homeopatia já estão a disposição dos usuários do SUS.

De acordo com o Ministério da Saúde, os municípios são os responsáveis por oferecer o tratamento alternativo nas Unidades de Atenção Básica. Porém, nem todas as cidades estão capacitadas para oferecer todas as terapias, cada município opta pelas práticas em que há demanda.

Conheça as novas terapias incluídas no SUS

Terapia Comunitária

Trabalha a horizontalidade e a circularidade. Os pacientes formam uma roda para participar.

Shantala

É uma massagem feita em bebês e crianças que serve para aliviar dores e acalmar.

Reflexoterapia

Prática que serve para estimular a parte do corpo afastada da lesão.

Osteopatia

A osteopatia é para os pacientes com problemas articulares e de tecidos. Ela é feita manualmente.

Quiropraxia

Serve para aliviar os problemas do sistema neuro-músculo-esquelético e ajudar no diagnóstico das doenças. É uma terapia manipulativa.

Naturopatia

Utiliza recursos naturais que possibilitam o paciente recuperar a saúde.

Dança circular

É uma dança em roda considerada contemporânea e tradicional.

Musicoterapia

A musicoterapia é uma das práticas mais conhecidas. Ela usa a música com seu som, ritmo, harmonia e melodia como terapia.

Biodança

A biodança é uma prática que realiza uma abordagem sistêmica que se inspira nas origens da dança primitiva. Ela estabelece conexões do indivíduo com o meio ambiente, consigo e com o outro. 

Arteterapia

Como o próprio nome diz, usa a arte como tratamento terapêutico.

Ayurveda

Essa terapia utiliza a natureza para curar os males da mente e do corpo.

Ioga

A ioga é uma prática que combina relaxamento, meditação, posturas físicas e técnicas de respiração. Ao praticar ioga, o paciente aprende a evitar o estresse e a controlar a ansiedade.

Meditação

Se você deseja aprender a ter concentração mental é preciso meditar. A prática da meditação melhora o estado de saúde do indivíduo.

Reiki

Por meio de imposição das mãos, do toque ou aproximação, os mecanismos naturais do corpo humano são estimulados e isso possibilita a recuperação da saúde.

 

 

 

Gripe e resfriado: qual é a diferença?

Quando começam os espirros, dores no corpo e coriza, é comum dizermos que estamos gripados. No entanto, muitas vezes, não se trata de gripe: pode ser apenas um resfriado. Por serem doenças com sintomas bastante semelhantes, a confusão é frequente.

Fique por dentro das diferenças entre essas duas enfermidades, além de conferir dicas para se prevenir contra ambas.

Gripe

Causada pelo vírus Influenza, a gripe se diferencia do resfriado principalmente pela intensidade dos sintomas, que são mais severos. Geralmente há presença de febre alta, tosse, espirros, fortes dores nos músculos e cabeça, dor de garganta e nariz escorrendo. Sua duração também é maior que a do resfriado, ficando entre 7 e 10 dias em média.

A complicação mais comum da gripe é a pneumonia, que pode levar à necessidade de internação hospitalar. Portanto, independente de conseguir identificar se está com gripe ou resfriado, ao sentir os primeiros sintomas o enfermo deve consultar um médico, para obter o diagnóstico e tratamento adequados.

Resfriado

Por sua vez, o resfriado é causado por outros tipos de vírus, como o Rhinovírus e semelhantes. Os sintomas, apesar de parecidos com os da gripe, são mais amenos. Muitas vezes não há presença de febre, ou a mesma se manifesta com temperaturas mais baixas. O paciente pode apresentar tosse e espirros também no caso do resfriado, porém as dores — no corpo e na cabeça — são mais leves que no caso da gripe. Mal-estar e nariz escorrendo completam o quadro mais comum de sintomas do resfriado, doença que dura em média de 2 a 4 dias.

Mesmo que essa doença seja mais amena que a gripe, a visita ao médico também é fundamental, para evitar que um simples resfriado acabe evoluindo para outras doenças, tais como bronquite, sinusite e otite.

Formas de prevenção

Não importa se é gripe ou resfriado: qualquer uma das opções é muito desagradável, atrapalha a rotina da pessoa e pode evoluir para um problema mais grave. Por isso, lembre-se da sabedoria popular “prevenir é melhor que remediar”.

Os vírus causadores de gripes e resfriados podem estar nas superfícies de uso comum, como telefones e trincos de portas. Portanto, lave as mãos com frequência, e tenha cuidado para não levar as mãos à boca, nariz e olhos. Compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, garrafas e toalhas são práticas a serem eliminadas na prevenção de gripes e resfriados.

Ambientes fechados com grande concentração de pessoas devem ser evitados. Mesmo que determinadas épocas do ano apresentem temperaturas mais baixas, é importante manter sempre uma janela aberta para renovar o ar dos cômodos.

Por fim, manter a imunidade alta é uma das melhores formas de se proteger de doenças. Seguir uma dieta equilibrada e saudável, dormir bem, beber bastante água e evitar o consumo de álcool são algumas medidas para deixar a imunidade nas alturas.

 

O TSE marcou presença na XI reunião Interamericana de Autoridades Eleitorais com Luciana Lóssio

O objetivo principal da reunião que ocorreu na cidade do México nos dias 20 e 21 de outubro de 2016, foi discutir as metodologias e práticas aplicadas pelos países das Américas no sistema eleitoral vigente em cada um desses países, a mecânica de funcionamento e a forma de política regente nesses sistemas. Serviu principalmente como base para poder explorar novas medidas e melhorias. Luciana Lóssio, ministra Brasileira e presidente da Associação de Magistrados Eleitorais da Libero-América, representou o Brasil nesta importante reunião que pode ajudar a estabelecer novos parâmetros.

O evento contou com a presença de representantes de 23 países, formando um grande intercâmbio propicio a disseminar práticas bem-sucedidas de contexto eleitoral, e procurar entender formas mais abrangentes de lidar com os desafios da realização da democracia nos 23 países membros. O Brasil também contou com mais uma representante presente na reunião além da juíza e também advogada Luciana Lóssio, Fernanda Januzzi, assessora-chefe substituta de Assuntos Internacionais do TSE, marcou presença com o intuito de buscar novas medidas para a evolução do sistema técnico e informatização brasileiro com base no sistema informatizado de contas eleitorais mexicano.

O México possui um dos melhores e mais funcionais sistemas de informatização eleitoral vigente no mundo. Esse sistema obriga todos os candidatos a prestarem satisfação de cada ato referente a realização de sua campanha diariamente com dados exatos dos gastos que obtiveram com a campanha e com a receita gerada. Esta reunião ajudou Luciana Lóssio e Fernanda Januzzi na busca de novas experiências e pode proporcionar uma definição de novas medidas a ser tomadas principalmente para uma forma mais eficiente de prestação de contas aqui no Brasil.

A reunião que serve para os países discutirem ideias do âmbito eleitoral teve sua edição anterior no Brasil. Um dos principais temas foram a relação entre campanha e redes sociais, os valores que são utilizados nas campanhas e as formas de financiamento delas, e uma reforma no cenário eleitoral.

Nascida em Brasília, Luciana Lóssio cursou faculdade e se graduou em Direito pelo UniCEUB (Centro Universitário de Brasília) e consegui a aprovação da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) na seção do Distrito Federal. Especializou-se em Direito Processual Civil Lato Sensu pelo Instituto Brasileiro de Direito Processual e também é especialista em Direito, Estado e Constituição Lato Senso pela União Educacional do Planalto Central.

A juíza Luciana Lóssio também foi uma das autoras do livro de grande prestígio “Direito Eleitoral – Aspectos Materiais e Processuais” lançado em junho do ano passado. O lançamento aconteceu no próprio TSE em um evento que reuniu os 44 autores do livro e outros nomes conceituados da justiça brasileira. O livro trás uma coletiva de artigos com os mais variados assuntos relacionados ao Direito Eleitoral, com o objetivo de esclarecer desde as dúvidas mais comuns sobre o assunto, até as mais complexas. Grandes nomes do TSE, como o ministro e presidente Gilmar Mendes, alegou que a obra é de grande importância para o estudo e a compreensão do tema, servindo como base para uma boa leitura dos estudantes e dos que já são formados em alguma área de direito.

 

O aumento de doenças respiratórias causadas pela poluição atmosférica

Uma das principais razões para o aumento da poluição do ar é o crescimento da circulação de carros movidos por combustíveis fósseis, que emitem gases poluentes, como, por exemplo, o monóxido de carbono (CO) e o dióxido de nitrogênio (NO²), que são capazes de causar problemas à saúde pública.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS –, a poluição do ar é um grande risco ambiental para a saúde, sendo responsável pela morte de milhões de pessoas em todo o mundo. A OMS acredita que mais de 90% da população mundial respira ar poluído. A China é líder no registro de mortes devido a poluição atmosférica.

E o Brasil não fica para trás! Segundo o jornal britânico “The Guardian”, o Brasil teve 26,2 mil mortes que foram causadas pela poluição no ano de 2012. Com isso, o país ocupa o 17º lugar, segundo o ranking elaborado pelo jornal por dados obtidos em relatório.

Por isso é fundamental a conscientização da população na utilização de meios de transportes alternativos ou formas de reduzir a emissão de substâncias tóxicas no ar, pois além de prejudicar o meio ambiente, o contato da população com ar poluído pode ocasionar doenças respiratórias, principalmente em crianças e idosos.

Dentre os gases citados acima, o monóxido de carbono (CO), que é liberado pelos veículos automotores, é o principal poluente e está presente nas grandes cidades, sendo que sua inalação diariamente e com frequência pode causar doenças como rinite, bronquite, pneumonia e asma. Além disso, a poeira proveniente pode provocar ardência nos olhos e dor de garganta.

O monóxido de carbono (CO) quando inalado em níveis muitos altos provoca náuseas e dor de de cabeça, além de agravar problemas cardíacos. É importante ressaltar que no período de inverno, que ocorre entre os meses de maio a setembro, é uma época em que as condições da atmosfera propiciam a concentração de poluentes. Consequentemente, o risco de morte por doenças respiratória nesse período pode aumentar até 12%.

Nas crianças e idosos a preocupação é maior. A procura por atendimento em prontos socorros infantis cresce 25% durante o inverno, devido a tosse e bronquite crônica. Nos idosos, problemas como enfisema pulmonar são comuns. Segundo dados da OMS, 570 mil crianças menores de 5 anos morrem, por ano, em razão de infecções respiratórias como pneumonia, atribuídas à poluição de ambientes internos e externos e à fumaça de cigarros.

E para tentar controlar a poluição do ar, o CONAMA criou, em 1986, o Programa de Controle da Poluição do Ar para Veículos Automotores (PROCONVE), que estabeleceu limites para a emissão de poluentes.

Clique aqui e veja o mapa da poluição atmosférica no mundo, segundo dados da OMS.