O que nos traz felicidade?

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Há muito tempo que as pessoas buscam diversas maneiras de encontrar um estado de felicidade permanente na vida e, para tal, recorrem a vários recursos.

Recentemente o site g1.com apontou uma pesquisa fazendo alusão ao ato de praticar generosidade ao próximo.

Muitas religiões e espiritualistas afirmam, de modos bastante diversificados, que a alegria procurada por tantos já habita o interior de cada um.

A descoberta da felicidade interior, entre outros motivos, é dificultada pelo notório comportamento humano, geralmente motivado pelo interesse pessoal com expectativa de também conseguir algo em troca.

A partir daí, especialistas foram em busca de um caminho para uma possível alternativa para trazer mais felicidade para nossas vidas.

O que atrai felicidade?

Presente em várias tradições religiosas e no cerne do coração de muitos humanos independente de crença ou não em um Criador divino, o ato de doar é um consenso como gerador de mais alegria aos corações.

Doar não apenas as instituições, mas também àqueles carentes de ajuda e que, muitas vezes, são ofuscados pela pressa e ganância presentes no dia a dia da modernidade.

Recentemente, na Suíça, cientistas realizaram um experimento em um laboratório de Zurique onde cinquenta pessoas teriam seus níveis de felicidade medidos a partir de seus relatórios após praticarem atos envolvendo a generosidade para com o próximo.

A Experiência

Cada um dos participantes recebeu 25 francos suíços semanalmente durante um mês inteiro. 50 por cento se comprometeu a gastar o dinheiro com outras pessoas e a outra metade gastaria com eles próprios.

Depois do compromisso com os gastos, os participantes tiveram o cérebro examinado enquanto respondiam a perguntas que iam de encontro aos interesses dos participantes e dos beneficiários da generosidade experimental.

Os especialistas avaliaram a atividade do cérebro ligada ao comportamento social, a felicidade e a que constrói as decisões.

Resultado

Como conclusão, os cientistas observaram que o grupo comprometido a doar o dinheiro apresentou maiores níveis de felicidade enquanto os que iriam gastar com eles próprios obteve um índice bem menor.

Sendo assim, fica comprovado que nossa felicidade pode ser também proporcional a felicidade que propomos também aos demais.

 

A atenção nacional diante da sífilis

A discussão pela sociedade no Brasil sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) é histórica, fato que, lamentavelmente, se atribui a morte de personalidades famosas e queridas nacionalmente nas décadas de 80/90, como é o caso de Renato Russo e Cazuza. Com toda certeza quando se trata do tema a primeira recordação é acerca da AIDS, para a qual é conveniente sempre se manter sob alerta e prevenção. No entanto, nos últimos anos uma outra doença tem recebido crescente atenção do governo e da mídia, justamente, porque o número de infecções segue aumentando, trata-se da Sífilis.

Uma doença também obtida a partir do contato sexual com indivíduos infectados, que se tornou de notificação compulsória, isto é, todos os casos diagnosticados devem ser reportados ao Ministério da Saúde (MS), apenas em 2010. Antes disso apenas os casos de bebês que nascessem com a doença- nesse caso foram infectados porque a mãe estava doente durante a gravidez – e gestantes eram notificados. A implicação prática disso é reiterar que as autoridades de saúde têm se preocupado cada vez mais com a quantidade de pessoas que possam estar transmitindo ou adquirindo a doença.

Tratando da questão em números para torna-la mais concreta, em 2015 – último ano do qual se dispõe de informações sobre a doença por todo o país – houve 42,7 casos de sífilis adquirida a cada 100.000 indivíduos, conforme o Boletim Epidemiológico de 2016 do MS. Apenas para comparação utilizando dados sobre a dengue, uma doença que se observa cotidianamente, no ano de 2016 houveram 103,9 casos de dengue cada 100.000 indivíduos. Essa comparação não deve ser interpretada erroneamente e levar a crer que os casos de DST ocorrem pouco, pelo contrário, para uma doença tão potencialmente perigosa esse é um valor elevadíssimo.

Isso se explica pelo fato de que a Sífilis tem um caráter bastante insidioso, ou seja, permanece velada ou faz manifestações menos agressivas por um longo período de tempo. Essa característica justifica a preocupação crescente com sua transmissão, pois mesmo sem nenhum sintoma aparente o indivíduo pode estar infectado e disseminar a doença por meio do sexo desprotegido. De preocupação ainda maior são os casos de infecção pela sífilis durante uma gestação, pois podem ocasionar o tipo de transmissão chamada congênita, na qual o bebê se infecta dentro do ventre materno e nasce com manifestações graves e possivelmente letais, mencionada acima.

Diante desse risco em potencial que a Sífilis tem demonstrado, é vital que se pratique sexo apenas com o uso de preservativo para evitar o contágio. Assim como outras doenças, trata-se de uma DST totalmente prevenível se tomada a principal medida que é o uso de camisinha nas relações sexuais. Aliado a isso, os exames para a detecção precoce da doença também são uma ferramenta poderosa nessa luta contra a disseminação da doença, sendo realizado de rotina para as gestantes durante o pré-natal a fim de que se diagnostique precocemente e a resposta ao tratamento seja ainda melhor.

 

Vida longa associada ao consumo de café

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Estudos divulgados recentemente associam o consumo diário de café à diminuição de riscos de morte por diversas doenças e ao aumento da expectativa de vida.

Na primeira quinzena de julho, foram publicadas, na revista médica especializada Annals of Internal Medicine, duas pesquisas internacionais conduzidas por cientistas de diferentes entidades revelando, que, ao contrário do que muitos pensam, o café pode ser um dos mocinhos que ajuda a reduzir o risco de morte decorrente de vários tipos de doenças.

Uma vez que o café possui centenas de substâncias químicas benéficas para o organismo, não foi possível identificar quais são os compostos responsáveis por causar os efeitos favoráveis ao ser humano. Os benefícios alcançados com a infusão foram encontrados tanto em café com cafeína e descafeínado.

Em um dos estudos, realizado pelo Imperial College London e pela Agência Internacional de Investigação sobre o Câncer (IARC), através da análise de mais de 500 milhões de habitantes de 10 países europeus, pôde-se perceber que os indivíduos que ingeriam em média três xícaras de café diariamente alcançavam maior longevidade que os não adeptos ao consumo da bebida.

Para a execução da outra pesquisa, dirigida pela Universidade do Sul da Califórnia, foram analisadas mais 180 mil pessoas de diferentes etnias e estilos de vida que vivem nos Estados Unidos.

De acordo com os registros, ambas as publicações apontaram que a ingestão de café é capaz de trazer benefícios à saúde. O risco de morte por câncer, diabetes, derrame cerebral e doenças renais, cardíacas e respiratórias para aqueles que tinham o café incluso em suas dietas era consideravelmente menor. Com o consumo diário de uma xícara de café o risco de morte entre os participantes da pesquisa era reduzido em 12%. Já os que ingeriam de duas a três xícaras por dia alcançaram uma diminuição de 18%.

Segundo a professora de medicina preventiva da Keck School of Medicine da Universidade do Sul da Califórnia, Veronica Setiawan, é incorreto afirmar que beber café fará com que a vida seja prolongada. Os estudos, de natureza observacional, não revelaram se o café é a verdadeira razão da longevidade dos adeptos ao consumo da bebida, não comprovando a relação de causa e efeito. Os registros ressaltam apenas a forte associação entre o consumo adequado de café e o aumento da expectativa de vida.

A maneira mais correta e saudável de consumir o arroz

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As dietas low carb (dietas com baixa quantidade de carboidrato), e as polêmicas envolvendo o arroz, fez com que os brasileiros começassem a repensar sobre o arroz com feijão de todos os dias. O fato é que o arroz brasileiro, assim como grande parte dos outros alimentos, está contaminado por substâncias tóxicas, como o arsênio, e metais pesados.

O arroz está tão presente na vida dos brasileiros, que a EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, revelou que cada brasileiro come em média 46 quilos de arroz todos os anos. Mesmo com as atuais polêmicas, o arroz continua sendo um dos alimentos principais na refeição dos brasileiros. Mas para que ele continue sendo sinônimo de uma dieta saudável, confira abaixo como consumir um arroz saudável:

Qual arroz comprar?

A opção mais saudável e segura é o arroz orgânico. Além dele ser livre de arsênio, metais pesados, agrotóxicos e outras substâncias prejudiciais para a saúde, o orgânico garante uma qualidade muito maior da conservação dos nutrientes. Pesquisas já comprovaram que os alimentos orgânicos possuem mais nutrientes que os convencionais.

No entanto, essa opção tem apenas um ponto negativo, o valor. O arroz orgânico não costuma ser barato, isso porque a procura por esses alimentos não é tão grande, o que encarece os produtos orgânicos. Mas em termos de custo e benefício, o orgânico é e sempre será a melhor opção.

Para quem não tem condição de comprar o orgânico, ou não tem disponibilidade no local onde mora, existem alguns truques que podem ser usados para aliviar os níveis de toxidade do arroz convencional.

É preciso lavar?

Sim, tanto o arroz orgânico quanto o convencional. Atualmente criou-se uma ideia de que o arroz vem limpo na embalagem, pronto para ser adicionado na panela. O que acontece é que o arroz convencional até pode parecer livre de sujeiras, no entanto, não se engane, existe uma alta concentração de conservantes, e a lavagem ajuda a eliminar parte dessas substâncias. No caso do orgânico, a lavagem também é aconselhada para garantir que os grãos estejam completamente limpos.

Qual é o tempero ideal para o arroz?

Isso é bastante opcional, mas para uma opção mais saudável, o arroz deve ser temperado com condimentos naturais, como o alho, a cebola, algumas ervas frescas e um sal de qualidade, como o sal do Himalaia.

É preciso deixar de molho?

O pesquisador Andy Meharg, da Quee’ns Universitu of Belfast, revelou que até 80% do arsênio pode ser eliminado se o arroz ficar de molho de um dia para o outro. No entanto, alguns nutrientes importantes como o potássio também acabam sendo eliminados.

Para quem não tem como consumir o arroz orgânico, é indispensável que se deixe de molho por pelo menos 12 horas. É importante lembrar que ainda restará arsênio, e que alguns nutrientes serão perdidos.

Qual óleo é o mais indicado para usar?

O óleo que mais tem benefícios comprovados é o óleo de coco. Ao contrário do que a maioria pensa, os óleos de soja, girassol, milho, e principalmente canola, são extremamente prejudiciais para a saúde. Quando esses óleos vegetais são aquecidos, eles liberam toxinas cancerígenas, o que não acontece com o óleo de coco, óleo de palma (azeite de dendê) e a manteiga, que suportam altas temperaturas. Para um arroz mais saudável, coloque pouca quantidade de óleo.

 

Saiba mais sobre o colesterol e os fatores de risco para sua saúde

O colesterol é uma gordura importante para o funcionamento do organismo. Ele faz parte das membranas celulares do nosso corpo e está presente no cérebro, coração, intestino, nervos, músculos e pele.

Ele é usado pelo corpo para produção de hormônios como testosterona, cortisol, estrógeno, vitamina D e ácidos bilares, que são justamente os que ajudam na digestão das gorduras.

Cerca de 70% é produzido pelo organismo, no fígado, e os outros 30% são originários da dieta.

Tipos de colesterol

O colesterol não se dissolve no sangue por ser uma substância gordurosa. São as lipoproteínas produzidas no fígado que o transportam pela corrente sanguínea para que chegue nos tecidos periféricos.

Conheça os tipos de colesterol:

1 – HDL

Conhecido como colesterol bom, ele é transportado por uma lipoproteína de densidade alta.

2 – LDL

Conhecido como mau colesterol ou colesterol ruim, ele é transportado por uma lipoproteína de densidade baixa.

3 – VLDL

Ele é conhecido como transportador de LDL, HDL e triglicérides e a lipoproteína é de densidade muito baixa.

Fatores de risco

O desenvolvimento do colesterol alto vem de algumas atitudes que realizamos no nosso dia a dia, como a má alimentação. Poucos são os fatores que não estão no nosso controle. Conheça alguns a seguir.

1 – Idade e sexo

As mulheres que estão na menopausa possuem maior risco de aumento de colesterol nessa fase, pois enquanto o hormônio feminino é produzido, da puberdade até a menopausa, ele oferece uma espécie de proteção sobre o colesterol HDL. Portanto, durante esse período os níveis de colesterol bom são mais elevados e os de colesterol ruim são mais baixos.

Após a menopausa, os níveis de colesterol ruim aumentam bem como os riscos de doença coronária.

2 – Obesidade

Se o Índice de Massa Corporal for acima de 30, existe um maior risco de colesterol alto.

3 – Histórico familiar

Se pessoas da família tiveram colesterol alto, as chances dos outros membros terem aumentam consideravelmente.

Algumas inclusive já nascem com o colesterol alto devido a fatores genéticos e precisam fazer acompanhamento médico desde a infância.

4 – Fumo

O cigarro torna as paredes arteriais mais propensas ao acúmulo de colesterol LDL, além de diminuir o HDL.

5 – Falta de exercícios

Não praticar atividades físicas aumenta os riscos de colesterol LDL alto.

6 – Má alimentação

Gordura saturada, açúcar e gordura trans elevam o colesterol mau. Já a dieta rica em gorduras insaturadas e com pouca ingestão de saturadas deve ser uma prática para todos, independentemente do nível de colesterol.

Mas não é só a dieta que é importante. Como 70% é produzido pelo fígado e apenas 30% provém da alimentação, somente a dieta não será suficiente para controlar os níveis de colesterol ruim.

 

 

 

Conheça os benefícios das oleaginosas para a saúde

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De acordo com uma pesquisa feita pelo Imperial College London em parceria com a Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, a ingestão de 30 gramas diárias de alimentos oleaginosos, que são as castanhas, avelãs, amêndoas e etc, pode reduzir as chances de um indivíduo vir a desenvolver vários problemas sérios de saúde, incluindo câncer e algumas doenças no coração.

Os pesquisadores envolvidos nesse estudo identificaram que um consumo diário de cerca de 30 gramas desses alimentos poderia implicar na diminuição dos riscos de desenvolver doenças cardiovasculares em 21%, reduzir os riscos de derrame em 7%, e do câncer em 15%, além de também diminuir as chances de um paciente falecer por Mal de Alzheimer, diabetes e doenças respiratórias.

Apesar dessas doenças parecerem tão diferentes, a nutricionista da Universidade Federal de Viçosa, Regiane Lopes, destaca que todos esses problemas de saúde apresentam um fator em comum: eles causam inflamações e oxidam as moléculas do organismo.

Nesse aspecto, as oleaginosas conseguem reunir uma série de componentes favoráveis para minimizar essas inflamações e as oxidações que afetam as moléculas. Isso acontece pois elas possuem proteínas, gorduras insaturadas, antioxidantes e fibras, além de serem fontes ricas nas vitaminas E e do complexo B, e em minerais como potássio, zinco, ferro e manganês, entre outros.

Com  tantos benefícios,  a única questão que ainda impede os alimentos oleaginosos de se tornarem mais presentes na alimentação diária dos brasileiros é o valor elevado cobrado por eles. O preço médio de apenas 300 gramas de nozes nos supermercados do país é de cerca de R$ 20,00. A macadâmia, por sua vez, outra opção entre as oleaginosas, é ainda mais cara, custando aproximadamente R$ 35,00 para se adquirir 300 gramas. Apesar de serem produzidas no Brasil, tanto as nozes como a macadâmia demoram a dar o retorno esperado e ainda são facilmente afetadas por fatores naturais como secas ou excesso de chuvas, o que acaba elevando os seus valores.

Outra questão que impede as oleaginosas de serem inseridas de vez no cardápio dos brasileiros é o fato de que muitas delas não são cultivadas no Brasil, como a amêndoa, avelã e pistache. Na condição de produtos importados, o preço desses alimentos também acaba sendo mais alto, o que acaba impedindo muitos brasileiros de adotá-los em sua rotina de alimentação

Porém, existem duas opções mais em conta, que apesar de não serem exatamente oleaginosas, apresentam várias características em comum com essa classe de alimentos, que são a castanha do pará e o amendoim. Ambos podem ser encontrados com facilidade em todo o Brasil e são considerados pelos estudiosos como ótimos alimentos para a saúde do cérebro e do coração, sendo capazes de retardar o avanço de doenças cognitivas e cardiovasculares.