Fiocruz revelou que mais da metade dos profissionais da saúde não têm graduação

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No Brasil, cerca de 1,8 milhão de trabalhadores atuam na área de enfermagem. Embora o número seja grande, a graduação nessa área é de apenas 23%, o que caracteriza como a maior parte dos profissionais, cerca de 77%, apenas como auxiliares e técnicos de enfermagem. Esse número escasso de enfermeiros formados foi divulgado por uma pesquisa realizada pela Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz, que investigou o perfil da enfermagem no Brasil, tanto na rede pública quanto na privada.

A pesquisadora Maria Helena Machado, da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, revelou que os dados são atuais e que haviam ainda menos pessoas formadas em enfermagem do que há agora. “Na década de 60 só tínhamos atendentes de enfermagem que e médicos. Mas, mesmo assim, o índice de hoje é mais deficitário. A tendência é que cresça o número de profissionais, com o ideal de chegar a 50%”, disse Maria.

A pesquisadora relatou que 77% desses profissionais que já atuam na área da saúde, mas que ainda não possuem uma graduação, têm vontade de se formar em enfermagem. “Há um predomínio acentuado de profissionais com nível técnico e isto é nocivo para o sistema de saúde. Mas há uma demanda latente na própria equipe de enfermagem em se graduar. Acho que haverá uma transformação em um médio prazo”, disse Maria.

De um modo geral, os profissionais que atuam como técnicos e auxiliares de enfermagem, não podem realizar procedimentos complexos que exigem uma maior bagagem de conhecimento, como implantar um cateter. Mas isso só funciona na teoria, pois na prática esses profissionais realizam quase todos os tipos de procedimentos, que vão desde ao banho a administração de remédios, injeções, e também a colocação de cateter.

O auxiliar de enfermagem é a primeira porta para entrar nessa área, podendo ser alcançada com um simples estudo de nível fundamental e um curso básico de auxiliar que tem duração média de um ano. Para se tornar técnico, o auxiliar deve cursar apenas mais um ano do curso e já está apto a ser um técnico de enfermagem. No caso do técnico, o ensino médio é obrigatório. Já a faculdade, para quem pretende ter uma graduação na área, tem duração de quatro a cinco anos.

Saiba como aumentar a imunidade e evitar gripes e resfriados

 

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O organismo conta com um sistema próprio, responsável por prover a sua defesa, mas quanto este acaba sendo sobrecarregado por fatores como estresse, cansaço e etc, ele pode apresentar falhas como consequência. Isso faz com que as pessoas se tornem mais vulneráveis a terem infecções como gripe, terçol, herpes e muitas outras.

Segundo os médicos, ter uma boa imunidade não é questão de genética, e sim da rotina e dos hábitos de cada um. Sendo assim, para diminuir as chances de desenvolver essas infecções características de uma baixa imunidade, o ideal é prestar atenção nas dicas listadas a seguir.

 1) Tenha cuidado com o intestino

É no intestino que são absorvidos os nutrientes presentes na alimentação, portanto, quando ele não está saudável, o restante do organismo também acaba sendo bastante prejudicado. Para manter o intestino regulado, é importante consumir os chamados probióticos, os quais estão nos iogurtes, kefir e fermentados, por exemplo.

2) Consuma bebidas alcóolicas apenas de forma moderada

De acordo com os médicos, o álcool quando ingerido em excesso pode inflamar a mucosa do intestino, a qual é responsável por filtrar todos os alimentos que consumimos. Ao permanecer inflamada, o órgão se torna alvo dos micro-organismos. Entre as bebidas alcóolicas menos prejudiciais nesse caso, está o vinho, pois a casca da uva conta com ativos capazes de combater as inflamações.

3) Não se automedique

Para acabar com os sintomas da dor de garganta ou resfriado, muitos acabam se automedicando com remédios e antibióticos sem prescrição médica. Mas segundo os profissionais da área, apesar de diminuírem os sintomas, a automedicação pode trazer problemas no futuro pois elimina bactérias benéficas ao organismo, aumentando os riscos de problemas mais graves se desenvolverem no futuro.

4) Tome sol

Manter contato com a natureza e com outras pessoas é um fator importante para o desenvolvimento do sistema imunológico. Paralelamente, tomar sol nos horários em que os raios UV são menos agressivos, como nas primeiras horas da manhã, também é essencial  pois o sol é a principal fonte de Vitamina D,  elemento que expande a quantidade de linfócitos, que são células fundamentais para reduzir as infecções e inflamações.

 

Já ouviu falar da doença de Kawasaki?

As vasculites são enfermidades que causam as inflamações das paredes dos vasos sanguíneos, ocasionadas por proteínas desenvolvidas pelo sistema imunológico e pelos anticorpos. Com a instalação das Vasculites no organismo, o sangue e as células ficam prejudicados.

A doença de Kawasaki é uma Vasculite corriqueira na infância e costuma acometer meninos asiáticos, entre 2 e 5 anos. Na grande maioria dos casos, quando o tratamento é instituído, as pessoas costumam se recuperar rapidamente em até 6 meses, sem qualquer sequela.

Não se tem total conhecimento sobre as causas da doença, mas os principais estudos revelam que pode ser uma resposta imunológica do organismo para combater uma agressão contra o próprio organismo, infeções e fatores genéticos.

Os sintomas podem ser ordenados em três fases, a primeira, onde a pessoa têm febre alta, vermelhidão na região genital e nas costas, conjuntivite, lábios rachados, língua inchada e muito vermelha, dor de garganta e o aparecimento de ínguas e gânglios no pescoço. Já na segunda fase, há uma descamação dos pés e das mãos, diarreia, dores nas juntas e vômito. E na última fase, a terceira, os sintomas começam a regredir até uma recuperação total.

Algumas crianças podem apresentar certas complicações cardíacas, como a miocardite, a cardiomalacia, arritmias e a inflamação de artérias coronárias. Ao serem afetadas, as artérias coronárias formam pequenas dilatações que propiciam o aparecimento de coágulos, estes interrompem a passagem de sangue pelas coronárias, podendo levar ao infarto. Felizmente, são poucas pessoas que apresentam este quadro.

O diagnóstico costuma ser clínico, tendo como base os sinais, os sintomas apresentados e as referências da American Heart Association. Porém, alguns exames laboratoriais, como os de sangue, urina e de coração podem indicar a doença.

No início, o tratamento tem como foco reduzir a inflamação e diminuir os sintomas das complicações existentes, assim, prevenindo futuros problemas. O uso de ácido acetilsalicílico e da gamaglobulina são muito indicados, mas após a ingestão dessas medidas, é necessário investigar se houve complicações cardíacas.

As principais recomendações se resume a ficar atento a pequenos detalhes no dia-a-dia, por exemplo, caso a criança tenha febre alta por mais de 3 dias, procurar um médico imediatamente. Com o diagnóstico, é necessário seguir a risca o tratamento recomendado pelo médico, além de manter o tratamento até o fim.

Aumenta o número de jovens com HIV no Brasil e nova vacina é testada

O número de jovens com o vírus HIV subiu 85% nos últimos 10 anos no Brasil, o país tem mais de 830 mil pessoas com a doença. Mas a medicina também avança e vários países fazem estudos cada vez mais promissores, inclusive aqui no Brasil. O assistente social, Pierre Freitas, descobriu há 15 anos que tinha o vírus HIV. “Eu tive que aderir a medicação, foi um período complicado e levou um tempo até ter essa adesão a medicação e compreender que a medicação não é minha inimiga”, diz Pierre.

De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em 2015 data do último estudo, 830 mil pessoas viviam com HIV no Brasil, sendo 44 mil destas pessoas infectadas em 2015. Segundo o Ministério da Saúde, os casos entre jovens de 15 e 24 anos cresceram 85% nos últimos 10 anos. Em todo o mundo avançam os estudos com resultados encorajadores, um desses estudos está aqui no Brasil.

A Fiocruz desenvolveu uma vacina que já se mostrou capaz de combater 90% dos subtipos do HIV. “Os estudos de vacina sempre trazem expectativas importantes de que logo possa ter uma vacina também para a prevenção do HIV. Mas vamos deixar claro, este estudo ainda é muito inicial, com ótimas expectativas, porém ainda é um estudo inicial”, diz a médica infectologista, Maria Clara Gianna.

Outro estudo da Universidade de Harvard em fase preliminar apresentado recentemente em um congresso internacional em Paris, conseguiu criar anticorpos contra o vírus HIV em todos os voluntários testados nos Estados Unidos, Ruanda, Uganda, África do Sul e Tailândia. Apesar desses avanços a Aids é uma doença sexualmente transmissível que mata e a única forma de evitá-la é a prevenção.

“Primeiro, usar camisinha nas relações sexuais continua sendo uma importante estratégia de prevenção. Nós já temos disponível aqui no Brasil, a profilaxia após a relação sexual. Em uma relação sexual desprotegida, se a pessoa receber os medicamentos antirretrovirais nas primeiras 72 horas, ela poderá evitar uma infecção pelo HIV”, explica Maria.

O HIV – Vírus da Imunodeficiência Humana – age diretamente sobre a célula de uma pessoa infectada afetando o sistema imunológico do infectado. Não existe ainda uma intervenção contra essa mecânica de funcionamento do vírus.

Além de afetar o sistema imunológico, permitindo que uma simples gripe se torne mortal, o vírus pode agir danificando outros sistemas como: o sistema cardiovascular, inflamações crônicas que levam a pessoa a desenvolver certos tipos de demência, perda aguda da musculatura e fragilidade óssea.

“Sempre que houver alguma suspeita de estar infectado, a pessoa deve fazer o exame o quanto antes para começar o tratamento com o coquetel de medicamentos. Mesmo que o teste dê positivo para o HIV a pessoa deve continuar utilizando os métodos de prevenção, mesmo que seu parceiro esteja infectado. Parceiros infectados devem também se prevenir, pois o fluxo viral tende a aumentar agressivamente se não for controlado”, diz Maria.

 

Em 3 meses SP registra 18 surtos de conjuntivite

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O tempo seco ajuda na transmissão, e existem tipos diferentes da doença, que pode ser viral, bacteriana ou alérgica, sendo mais propícia em tempos de chuva. “As fortes ventanias, aliada a baixa umidade, poluição do ar e a proliferação das bactérias e vírus, podem irritar a conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras, inflamando os vasos sanguíneos”, diz Hilton Medeiros, oftalmologista da Clínica de Olhos João Eugênio.

Os sintomas são de acordo com a causa do problema, e os sintomas iniciais estão presentes em todos os tipos que são a vermelhidão e o excesso de lágrimas e secreção.

Normalmente afeta apenas um olho, mas ela pode aparecer nos dois, principalmente se a pessoa tem tendência de esfregá-lo, passando para o outro.

A conjuntivite viral ou bacteriana, quando se desenvolve pode causar além da vermelhidão, uma queimação nos olhos, sensação de poeira grudada, excesso de secreção, principalmente ao acordar e até íngua na região do ouvido. É um tipo mais frequente durante resfriados, dores de garganta ou imunidade baixa. O risco de transmissão é maior, por isso o contato direto com o olho ou as secreções devem ser evitados.

No caso da conjuntivite alérgica que, os sintomas podem ter variações de acordo com o que causa a alergia, os sintomas são parecidos devido a vermelhidão e a coceira intensa, no entanto vem acompanhada de espirros, coriza, nariz entupido, pálpebras secas e doloridas.

Apesar de simples, ela deve ser cuidada e tratada, pois podem haver complicações de acordo com a oftalmologista Helen Espirito Santo. “Qualquer problema no olho é grave. Se uma conjuntivite, por exemplo, acometer a cor do olho e o paciente não cuidar, ela evolui e pode criar uma úlcera e levá-lo a fazer um transplante de córnea ou a uma cegueira. A primeira orientação é nunca se medicar sozinho. Esqueça o colírio que você ou um vizinho tem. Se na hora não der para ir de imediato ao médico, faça compressa com água mineral gelada ou soro fisiológico. Coloque o líquido escolhido em um pedaço de algodão, deixe por alguns minutos e repita a aplicação até ir ao especialista. Não use o mesmo algodão, caso contrário, a inflamação pode contaminar o outro olho”.

Quando o vírus é contraído, os sintomas aparecem no dia seguinte “Quanto antes o paciente procurar o oftalmologista melhor será o tratamento, porque em estágio avançado da doença, ocorre a formação de uma membrana no tarso inferior e superior, que precisará ser retirada”, alerta Medeiros. A conjuntiva é tratada através de colírios e pomadas que aliviam os sintomas de dor e coceira ajudando a diminuir os sintomas. Para cada pessoa existe um tratamento diferenciado e um médico sempre deve ser consultado antes de iniciar qualquer tipo de tratamento “Alguns colírios são altamente contraindicados, pois podem provocar sérias complicações e agravar o quadro”, explica Hiton.

Uma única pessoa pode ter a doença diversas vezes e o tratamento é por um tempo determinável, que quando tratada de forma correta deixam como sequelas somente manchas imperceptíveis na córnea afetada.

 

OMS faz alerta sobre doenças sexualmente transmissíveis resistentes a tratamento

Nos Estados Unidos, a gonorreia resistente aos medicamentos já se tornou um problema de saúde pública. Aqui no Brasil, a doença também tem se tornado cada vez mais comum e mais difícil de ser tratada. Mas a gonorreia difícil de ser tratada não é a única DST que tem deixado autoridades da saúde do mundo todo preocupadas.

No começo do mês de julho, a Organização Mundial da Saúde lançou novas diretrizes de tratamento para três doenças sexualmente transmissíveis comuns – clamídia, gonorreia e sífilis em resposta ao aumento da resistência aos antibióticos.

A gonorreia foi a DST que desenvolveu a resistência mais forte às drogas, mas as preocupações com a sífilis e a clamídia não tratáveis também são preocupantes, pois as taxas para as três DSTs estão aumentando rapidamente nos EUA e em outras regiões do mundo, especialmente entre os jovens de 20 a 24.

De acordo com dados publicados pelo CDC – Centro de Controle e Prevenção de Doenças, no ano de 2014, o ano mais recente disponível: casos de clamídia aumentaram 2,5%; gonorreia 5,1%; e sífilis 15,1%. O aumento foi relatado nos Estados Unidos, que quase não tinha evidências sobre essas doenças desde 2006.

“As DSTs são epidemias ocultas na sociedade e que causam enormes problemas de saúde e consequências econômicas nos países que atingem”, revelou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

Nos EUA, as DSTs são mais frequentes entre as mulheres que estão na faculdade, sendo a maior prevalência entre as mulheres, com idades entre 20 e 24. De acordo com o CDC, há cerca de 820 mil novas infecções de gonorreia a cada ano nos Estados Unidos. Na verdade, a gonorreia é a segunda doença infecciosa mais comumente relatada, após a clamídia.

No passado, a gonorreia foi tratada com sucesso por várias classes de antibióticos, incluindo a penicilina ubíqua. Ao longo do tempo, no entanto, a gonorreia desenvolveu resistência a muitos dos antibióticos, e agora, autoridades da saúde tem trabalhado para descobrir novos antibióticos para tratar a doença.

O problema não termina por aí. A gonorreia está mesmo começando a mostrar resistência a última opção de tratamento que existe. Isso faz com que esta bactéria seja um organismo resistente a múltiplos medicamentos, e que muitas vezes são chamados de “superbacterias”.

Quanto à clamídia e à sífilis, as bactérias resistentes aos fármacos ainda não se tornaram comuns nos EUA, mas o relatório da OMS adverte que este é um problema crescente em muitas partes do mundo. Sendo assim, os brasileiros devem se preocupar ainda mais com os cuidados na hora de se prevenir, pois além de algumas doenças causarem muitos desconfortos, elas podem não ser tratadas pelos antibióticos que existem atualmente.

Veja também: Como prevenir as doenças sexualmente transmissíveis

Estudo revela que tomar medicamentos fora do horário definido pode ser fatal

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Para as pessoas que tomam remédios e as vezes vários tipos de medicamentos, um dos cuidados essências é prestar atenção nos horários definidos para dose. Um estudo realizado no Reino Unido mostra que a negligência com o tempo certo na hora de tomar os medicamentos pode até ser fatal.

Tomar os medicamentos na hora certa não é problema para o arquiteto João Gilberto Bachetti, ele toma dois remédios de uso contínuo e é rigoroso com os horários. “Eu acordo, tomo um café como alguma coisa e já tomo o primeiro remédio, que no meu caso é para hipertensão arterial, esse não tem como falhar, e o outro antes de dormir que foi recomendado pelos médicos tomar neste horário devido a um melhor desempenho dele”, disse João.

Quando precisa tomar medicamentos extras em horários diferentes, ele conta com a ajuda do celular. “Nós temos sempre o celular a nossa disposição, hoje em dia qualquer pessoa tem um smartphone na mão, e assim você tem a possibilidade de criar vários alarmes para cada medicamento”, disse João.

Mas muitas pessoas não têm esse cuidado na hora de tomar medicamentos, um estudo feito no Reino Unido mostrou que essa desatenção na hora de tomar remédios pode ser fatal. O estudo realizado ao longo de 12 anos, verificou cerca de 400 mortes por conta da ingestão equivocada de remédios, o principal exemplo é o erro na dosagem. Medicamento para combater problemas cardíacos, de tireoide ou Parkison, são os mais preocupantes.

“Tem casos que você até precisa internar para tratar porque a pessoa não vai ter condições de fazer o tratamento adequado sozinha, por exemplo, pessoas com infecções e que devem tomar antibióticos no exato horário”, diz o clinico geral, Paulo Camiz. De acordo com Paulo é preciso muita orientação dos pacientes, tanto para a eficácia dos medicamentos, quanto para evitar problemas mais graves.

“Às vezes a pessoa está tomando remédio para a pressão e aí ela fala para si mesma: ‘a minha pressão está ótima, estou curada, já posso parar de tomar o meu remédio’, mas isso é muito errado. A pessoa está com a pressão boa porque está tomando o remédio, se ela parar de tomar o remédio a pressão irá subir e ela irá descompensar outros problemas, principalmente do coração”, disse Paulo.

“Não adianta você comprar o medicamento, que em muitas vezes custa caro, pagar uma consulta com um médico, fazer tudo enquanto senti os sintomas da doença, e quando o tratamento começa a surtir efeito a pessoa já fica mais tranquila e começa a negligenciar o tratamento. Então é o mesmo que ir na contramão do que tem que ser feito para uma melhora eficaz e quem sabe não precisar mais fazer tal tratamento no futuro”, disse Paulo.

 

Alimentação saudável para as crianças deve continuar nas férias escolares

Nas férias escolares a rotina muitas vezes muda completamente. Se já é difícil manter o horário de dormir, do banho, as refeições viram uma tarefa árdua. Mas dá para manter uma refeição balanceada e divertida nesse período. A grande dica para tornar as refeições mais divertidas, é envolver as crianças no preparo da comida.

A maternidade muda a vida de qualquer mulher, no caso da Lívia, a maternidade mudou tanto a sua vida, que até mesmo a sua relação com a comida ficou bastante diferente, e muito mais saudável. “Minha família sempre comeu bem, mas com a ansiedade eu comecei a comer muito mal. Eu comecei a comer as mesmas coisas que meu filho comia, então em vez de eu ensiná-lo a comer corretamente, ele passou a me ensinar a comer errado”, disse a publicitária Lívia Pacheco.

Hoje a Lívia tem um blog, que entre um post e outro, ensina receitas com a ajuda do seu filho Felipe. Introduzir uma alimentação mais saudável para as crianças, pode ser mais fácil do que se imagina. Mas para isso é preciso usar a criatividade. “Uma dica bastante simples é pedir ajuda para os filhos na hora de decorar o prato com verduras e legumes coloridos. Envolver os filhos no preparo das refeições melhora a relação deles com a comida”, diz Lívia.

“É importante colocar a criança dentro desse contexto desde a compra, levando a criança no supermercado, porque isso vai despertar a curiosidade e quebrando aqueles tabus de que legumes, verduras e frutas não tem sabor, ou que não são gostosos. É preciso quebrar esse paradigma”, explica a gerente de nutrição do HCOR, Rosana Perim.

A nutricionista lembra que mesmo em tempo de férias, é preciso manter uma alimentação equilibrada. “Legumes, verduras e frutas são muito ricos em vitaminas e minerais, que vão aumentar a imunidade e prevenir os quadros de doenças respiratórias, resfriados, gripes, entre outras doenças. No período de férias, o consumo desses alimentos são indispensáveis porque ninguém quer passar as férias doente”, disse Rosana Perim.

A nutricionista Fernanda Faria da Consultoria e Assessoria Nutricional Duo Nutri, aconselha que o prato seja preparado com alimentos pequenos. Segundo a nutricionista, quando a criança vê um alimento em miniatura, ela rapidamente associa como um alimento produzido exclusivamente para ela. Isso faz com que a criança tenha um certo carinho por aquilo que está comendo.

No entanto, o alerta para a alimentação das crianças fica para as bebidas durante a refeição. Médicos e nutricionistas afirmam que os sucos de fruta e refrigerantes durante as refeições, além de tirar a fome das crianças, essas bebidas podem ser prejudiciais para a saúde. O refrigerante todo mundo já sabe, ele rouba nutrientes e ainda aumenta o índice glicêmico por causa do excesso de açúcar. Mas se engana quem pensa que dar suco de fruta é saudável. Segundo novas orientações, a melhor recomendação é a ingestão da fruta, pois o suco contém muito mais açúcar e menos fibras que a fruta.

 

A vacinação de indivíduos adultos deve ser levada mais a sério, afirmam especialistas

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Você lembra a última vez que tomou uma vacina? E a sua carteirinha de vacinação, está em dia? Vacinação não é apenas coisa de criança, além da vacina anual para os grupos de risco, existe também outras doses que precisam ser tomadas na idade adulta. Algumas dessas doses, como é o caso do tétano, devem ser renovadas a cada 10 anos.

Ao contrário do que muita gente pensa, a vacinação não é exclusiva para crianças. Ao longo da vida adulta, outras doses são necessárias para dar sequência a vacinação iniciada na infância e exigem reforços por toda a vida. A vacina contra o tétano é um dos maiores exemplos a serem citados, mesmo que a criança tenha sido vacinada quando pequena, ela deverá repetir a aplicação a cada dez anos.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente 19 vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, para os brasileiros entre 20 e 59 anos, são três vacinas oferecidas e como todas as outras, devem ser levadas a sério.

Contra a dT (difteria e tétano) – 3 doses com reforço a cada 10 anos; contra hepatite B – 3 doses e a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – dose única. Existem outras vacinas recomendadas para adultos, mas que o SUS ainda não cobre.

Para quem não sabe se a imunização está em dia, o pediatra Norberto Antônio Freddi, recomenda: “Na maioria dessas vacinas, o fato de se fazer alguma vacinação a mais desconhecendo o seu próprio histórico, não traz risco maior para o indivíduo essa dose a mais”, diz o pediatra.

No Calendário de Vacinação de 2017, está listado os nomes das doenças e a vacina a ser administrada com as idades e doses referentes. No caso do HPV por exemplo, está bem definido a idade para se tomar a primeira dose, que é a partir dos 14 anos e 5 meses para as meninas e 13 anos, 11 meses e 29 dias para os meninos.

No caso da “hepatite A” por exemplo, a idade máxima para se tomar a vacina é de 23 meses. São várias as especificações e casos de vacinas aplicadas desde a infância que merecem reforços na vida adulta. A vacina influenza deverá ser aplicada em crianças que tenham entre 6 meses e 5 anos de idade, e em adultos com mais de 60 anos. Essa vacina é muito importante, devido as variações sazonais, geralmente recorrentes nos meses de março, abril e maio.

No caso da “hepatite B”, as doses são administradas a partir das primeiras 12 horas de vida do recém-nascido e aos 2, 4 e 6 meses de idade. O ideal é sempre estar atento as campanhas de vacinações promovidas em lugares públicos, como praças, postos de saúdes e campanhas nacionais divulgadas pelos veículos de comunicação.