Possível causa da dislexia anatômica é descoberta por grupo francês

A dislexia afeta 700 milhões de pessoas no mundo todo, ou seja, uma a cada dez pessoas sofrem da doença que possui um diagnóstico feito através de uma pequena observação nos olhos.

Na França, pesquisadores acreditam ter encontrado a causa anatômica da doença, que é aparentemente tratável, e está localizada em pequenas células receptoras de luz nos olhos, apontou o estudo.

As pessoas que não possuem a dislexia, doença que afeta a leitura, dispõem desses receptores de forma igual em ambos os olhos, pois são proporcionais. A pessoa vê uma imagem, e o cérebro seleciona um olho, que é o que predomina sobre o outro, uma função que o ser humano possui para a recriação da imagem.

Para os que sofrem de dislexia, essa zona é simétrica em ambos os olhos de acordo com o estudo que teve sua publicação feita pela revista Proceedings of Royal Society B.

A doença faz o cérebro ficar incapaz de escolher os sinais enviados pelos olhos, o que explica a confusão que as pessoas com dislexia têm ao ler e escrever algumas letras como o b e o d.

Para um dos autores do estudo, Guy Ropars, da Universidade francesa Rennes, as observações que eles fizeram permitem pensar que encontraram uma causa da dislexia. O diagnóstico para crianças e adultos é simples e determinado por uma observação nos olhos do paciente. O estudo contou com dois grupos de 30 estudantes, sendo metade disléxicos e a outra metade não.

O tratamento também é algo ao alcance das pessoas, e os pesquisadores descobriram que existe um intervalo de tempo entre a imagem vista pelo olho e a imagem recriada pelo cérebro. A descoberta permitiu o desenvolvimento de um método para borrar a imagem que confunde os disléxicos com uma simples lâmpada de LED.

Os pacientes que utilizam esse tratamento chamam a lâmpada de LED de lâmpada mágica, e os pesquisadores alertaram que ainda são necessários novos estudos para confirmar se essa técnica realmente funciona.

Outra possibilidade de tratamento que ajuda a compensar a assimetria é a utilização da plasticidade do cérebro, que futuramente serão adaptadas pelos médicos.

 

OMS recomenda a desparasitação como tratamento de parasitas intestinais

A OMS – Organização Mundial da Saúde, informou no dia 29 de setembro que programas de desparasitação são recomendados periodicamente para reduzir os problemas de saúde pública causados por parasitas e vermes intestinais.

Após a aprovação do Comitê de Revisão das Diretivas da organização, a recomendação passou a ganhar níveis mundiais, alegando que os casos de saúde pública em todo o mundo em consequência desses parasitas poderão ser resolvidos através de uma desparasitação. Segundo a OMS, basta apenas um comprimido para que 1.5 bilhão de pessoas em todo o mundo fiquem protegidas deste problema.

A organização revelou que existem quatro espécies que são as principais causadoras de problemas de saúde pública, todas são vermes intestinais que atingem grande parte da população mais pobre do planeta.

A entidade disse em resposta ao problema: “Os parasitas são um grande problema de saúde pública porque os vermes interferem na capacidade das pessoas de absorver nutrientes, impedindo o crescimento e o desenvolvimento físico de milhões de crianças”.

Em vista disso, os programas utilizados para a desparasitação em todo o mundo possuem uma certa facilidade por meio da OMS, que recebe doações de medicamentos de indústrias farmacêuticas para o combate dos parasitas. Dentro dos programas nacionais, os medicamentos são distribuídos para o controle de doenças. Os programas nacionais também fazem parcerias com escolas para proteger as crianças contra esses parasitas.

O diretor do Departamento de Doenças Tropicais Negligenciadas que compõe a OMS, Dirk Engels, disse: “Há um consenso global baseado em evidências de que a desparasitação periódica em grande escala é a melhor maneira de reduzir o sofrimento causado por vermes intestinais”.

A organização possui uma meta de eliminar os problemas causados pelos vermes parasitas em crianças até o ano de 2020. O tratamento que deverá ser regular poderá proteger até 75% de um total de 873 milhões de crianças carentes em áreas consideradas de alto risco dos parasitas.

Contudo, a OMS avalia que o tratamento não seja a única solução para o problema. Alguns fatores como saneamento básico, higiene, acesso à água potável e educação sobre saúde, são fundamentais para que o problema seja eliminado de vez nas civilizações mais pobres do mundo.

 

Ministério da Saúde estabelece um novo medicamento para o tratamento do HIV

O Ministério da Saúde anunciou no dia 29 de setembro de 2017 que o SUS – Sistema Único de Saúde – irá oferecer o antirretroviral Dolutegravir no tratamento destinado aos pacientes portadores de HIV.

Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o uso do medicamento será introduzido pela rede pública já em 2018 e o anúncio foi feito por ele no 11º Congresso de HIV/Aids junto ao 4º Congresso de Hepatites Virais realizados em Curitiba – Paraná.

Segundo o Ministério da Saúde, o Dolutegravir já é utilizado por mais de 100 mil portadores do vírus, e o objetivo é que até o final do ano de 2018 esse número passe dos 300 mil. Para os usuários do Efavirenz, será estabelecida uma troca graduada na forma de terapia.

O Ministério da Saúde afirma que esse medicamento dispõe uma das melhores formas de tratamentos para pacientes com Aids em todo o mundo. Ele é muito eficaz e oferece menos riscos em vista de outros medicamentos antirretrovirais utilizados.

Além de uma excelente resposta no tratamento de Aids, o custo pela implantação do medicamento na rede pública não afetará o orçamento previsto de R$ 1,1 bilhão. Desde o início dos casos de HIV em 1980 no Brasil, já foram constatadas 842.710 ocorrências de Aids no país. Levando em conta dados atualizados até junho de 2016, a média de casos registrados no Brasil é de 41,1 mil de 2011 a 2016.

Do período que vai desde os primeiros casos registrados em 1980 até 2014, 303.353 mil mortes devido ao vírus já foram contabilizadas no Brasil. Nos últimos anos o número de pessoas contaminadas reduziu em média 5%. Muito disso se deve as campanhas de conscientização para os métodos de prevenção.

Na realização do evento, foi enfatizado o TV do HIV – Certificação Eliminação da Transmissão Vertical, para o município de Curitiba. Uma das primeiras a receber tal certificação, a capital do Paraná se coloca a frente no controle deste tipo de contaminação pelo vírus, onde ele é passado de mãe para filho na gestação ou em algum momento do parto. De um modo geral a prevenção ainda continua sendo a melhor maneira de se lutar contra o vírus.

 

Especialista diz que o aprendizado do autista aumenta suas chances na sociedade

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Antes de tudo o apoio que vem diretamente de sua família é extremamente fundamental e influência diretamente em seu desenvolvimento. As pessoas que passam por essa condição que é o autismo, devem receber estímulos de encorajamento, assim como os familiares dessa família também devem ser encorajados a saber lidar com isso.

O autismo em muitas das vezes pode ser imperceptível a curto prazo. Geralmente está camuflado em vários níveis e graus diferentes. Um exemplo disso, é o do paulista Lucas Ohara, um jovem de apenas 21 anos, e que vai sozinho ao mercado fazer compras. Ele vai até o mercado próximo de sua casa e traz vários produtos, mas não deixa transparecer que é uma pessoa autista devido ao seu comportamento.

Mesmo dependendo dos seus pais para certas atividades, como por exemplo, ele não fazer a barba sozinho, pois tem medo, ele consegue se manter em vários aspectos, e fazer várias coisas sozinho. O caso de Lucas é um caso que evoluiu para isso. Antigamente o comportamento dele era mais dependente e a família dele não sabia como lidar no começo.

“Sempre gostei de fazer livrinhos para os meus outros dois filhos quando eram crianças. Com o Lucas, que é o caçula, percebi que ele não se interessava por aquilo. Então decidi fazer histórias mais simples e interativas para despertar o interesse dele. Funcionou”, diz Paula de Oliveira Guimarães, a mãe de Lucas.

Mas de uma forma inocente, ela estava estimulando o filho dela que sofria de autismo, a superar traços dessa condição mais tarde. “Ao insistir em ajudar o Lucas ela agiu de maneira fundamental para a evolução do paciente. Mesmo sem saber, ela entendeu que ele também poderia se desenvolver, só precisava de um caminho diferente das outras crianças”, diz Deborah Moss, neuropsicóloga e mestre em psicologia do desenvolvimento infantil.

Um dos pontos que irá ser crucial para o desenvolvimento de um autista, é o momento onde o diagnóstico e dado a família da pessoa. Essa conversa terá um peso significativo para a família, mostrando para ela que é fundamental o seu apoio junto ao autista. “Só falar o nome da condição não ajuda em nada. É preciso dar suporte e, além do diagnóstico, informar também o prognóstico, como se deve agir dali para frente”, diz a neuropsicóloga.

Médico diz que sentir dor na região do umbigo pode indicar problemas de saúde

O Dr. Christopeher Hollingsworth, NYC – Surgical Associates (Associados Cirúrgicos de Nova Iorque), afirma que a região onde se encontra o umbigo, ao ser pressionada é comum as pessoas sentirem vontade de urinar, porém, se elas sentem dores, isso significa que algo está errado com a saúde delas, podendo ser devido a vários motivos.

A explicação para tais fatos é de ordem biológica e psicológica, explica o médico, sendo que tem pessoas que só de imaginar o umbigo delas sendo tocadas, uma sensação ruim toma conta delas, mas saiba que isso é extremamente normal.

A tendência é que essa região seja mais sensível do que em outras áreas do corpo para a maioria das pessoas, sendo que existem pessoas que só de alguém colocar a mão perto já sentem arrepios. Algumas pessoas, quando são tocadas no umbigo, apresentam uma vontade de ir ao banheiro urinar.

O médico explica em detalhes que quando o umbigo é tocado um revestimento no estômago acaba sendo estimulado consequentemente, sendo assim, acaba causando um tipo de “formigamento” na região abdominal e na virilha, levando a pessoa a uma vontade de urinar sem necessidade fisiológica, e sim por uma característica psicológica.

“No interior do umbigo, além de pele, é possível estimular as fibras que revestem o interior do abdômen. Por isso, quando se coloca o dedo dentro do local, você acaba enviando um sinal desde as fibras interiores que revestem a cavidade abdominal até à espinhal dorsal”, explica o médico.

O fato de algumas pessoas sentirem vontade de urinar também se classifica como uma situação normal, mas se além disso a pessoa demonstra algum quadro de dor, essa pessoa deverá ser avaliada por um médico.

Isso pode ocorrer por vários motivos, como, por exemplo: distensão por gases, doenças infecciosas, presença de vermes intestinais ou devido a vários tipos de inflamações abdominais. No caso das inflamações abdominais, é possível que algumas delas possam ser por: gastroenterite ou obstrução intestinal, irritação intestinal ou apêndice. Esses motivos devem ser tratados imediatamente sob cuidados médicos. O toque no umbigo pode ser visto como um exame de autotoque e qualquer dor deve ser policiada.

 

Ministério da Saúde começou nova campanha de vacinação das crianças

No dia 11 de setembro de 2017 o Ministério da Saúde junto as equipes de apoio em todos os estados passaram a vacinar crianças e adolescentes em mais uma edição do calendário de vacinação do Ministério da Saúde, a Campanha Nacional de Multivacinação. O objetivo desta campanha, que foi encerrada no dia 22 de setembro, foi vacinar crianças e jovens com até 15 anos de idade. Adolescentes com esta idade e as crianças em todos os municípios do país, foram vacinadas em posto de saúde ou nas unidades móveis que visitaram todas as cidades.

O ponto forte das campanhas de vacinação é incentivar a atualização das carteirinhas de vacinação de jovens, adolescentes e de adultos que ainda não tomaram todas as doses das vacinas. Assim, o Ministério da Saúde pretende atingir todas as regiões do país, inclusive as regiões de difícil acesso no Brasil.

Foram destinadas as vacinas que fazem parte do calendário de vacinação referente a imunização de crianças e adolescentes de até 15 anos. Lembrando que em todas as edições futuras, os pais e responsáveis pelas crianças e adolescente devem sempre levar a carteirinha de vacinação junto ao RG da criança. Caso ainda a criança não tenha RG deverá ser levado certidão de nascimento.

As crianças menores de 7 anos recebem anualmente as doses das vacinas: “BCG, VOPb, Hepatite B, rotavírus humano, VIP, Meningocócica C conjugada, pneumocócica 10 valente, tríplice viral, febre amarela, tetra viral ou tríplice viral junto a varecela (atenuada). Também a varicela, DTP e a Hepatite A.”

Para as crianças com 7 anos de idade ou entre 7 e 15 anos, as doses destinadas anualmente são: “Hepatite B, tríplice viral, dt, Meningocócica C conjulgada, dTpa, HPV e a varicela.”

Cada uma dessas vacinas tem a sua função no organismo humano e em alguns casos são aplicadas doses de reforço ao longo dos anos. Cada uma dessas doses e vacinas sempre seguem um calendário referente a idade da criança e a dose da vacina destinada a ela. É extremamente importante que todas as crianças e jovens sejam vacinados dentro da data estabelecida pelo Ministério da Saúde sempre que haver as campanhas de vacinação.

 

Insônia e depressão podem ser curadas com o uso de um aplicativo

as pessoas buscarem uma noite de sono completa.

Várias pesquisas e estudos realizados sobre o sono, apontam que ele é extremamente fundamental na vida de qualquer pessoa. As pessoas podem passar em média um mês sem ingerir nenhum alimento, uma semana sem beber água, mas elas nãos conseguem ficar 3 dias seguidos sem ao menos dar uma cochilada. As condições psicológicas e físicas de todos dependem da quantidade de sono que elas conseguem usufruir.

Esses recentes estudos apontam também que a falta de sono está diretamente ligada a TDAH e a depressão. A técnica utilizada pelo aplicativo abrange no tratamento de ansiedade, psicose e outros problemas de ordem mental.

Um dos autores desses estudos é da Universidade de Oxford, localizada na Inglaterra. Daniel Freeman, e sua equipe de colaboradores ainda estão fazendo ajustes e testando o Sleepio. O aplicativo traz a oportunidade da pessoa que sofre dessas perturbações buscar de forma online uma alternativa de tratamento. São terapias cognitivo-comportamental que abrange todo o conteúdo do Sleepio.

A mecânica de funcionamento segue a dinâmica de um curso, onde as pessoas poderão buscar uma restauração do comportamento psicológico, das condições do sono saudável e acabar com a depressão. Essa ideia surgiu através de Freeman e amigos próximos que decidiram fazer um estudo que contou com a participação de 1900 indivíduos em um grupo, e com a participação de outro grande grupo de pessoas com 1870 indivíduos. As pessoas do segundo grupo não tinham dificuldade para dormir e elas foram instruídos a buscar o comportamento de pessoas que sofrem com insônia.

Os dois grupos estudados receberam questionários para avaliar como funcionava os padrões de sono de cada um dos indivíduos. Esse questionário foi preenchido pelos participantes nas semanas seguintes, sempre buscando o ponto chave das mudanças de padrões.

A conclusão foi de que esses padrões podem ser modificados em qualquer pessoa, esteja ela bem ou mal. O Sleepio apresentou um resultado de 50% de melhoras no primeiro grupo, aquele em que as pessoas realmente tinham dificuldades para dormir. Os dados também dizem que os participantes tiveram melhoras de 20% em casos de depressão, 25% de queda em ideias paranoicas e 30% menos alucinações no primeiro grupo.